Preserva-se.
O Coletor senta-se com quem sabe e deixa-o falar: a Kenavia ouve, transcreve e transforma essa conversa em material da sua empresa. O que só existia numa cabeça, fica.
O capital financeiro tem contabilista, auditor e cofre. O capital intelectual da maioria das empresas não tem ninguém: vive na cabeça de poucos, não aparece em nenhum balanço e sai porta fora a cada demissão.
O capital intelectual não é só inventário. Uma parte já existe: o ofício de quem o faz bem há vinte anos, o procedimento que só três pessoas executam do princípio ao fim, a forma de vender que nunca ficou escrita.
A outra parte ainda não existe dentro de casa: a norma que o cliente exige a partir de segunda-feira, o catálogo que a força de vendas ainda não domina, a decisão que a administração aprovou na terça-feira. O capital também se produz.
Nenhuma é uma promessa: cada verbo tem uma máquina por trás, com o seu ecrã e o seu registo.
O Coletor senta-se com quem sabe e deixa-o falar: a Kenavia ouve, transcreve e transforma essa conversa em material da sua empresa. O que só existia numa cabeça, fica.
Os seus documentos — uma norma, uma ficha técnica, uma política, um catálogo — tornam-se um programa de formação completo: lições, exercícios, exame, áudio e vídeo. Próprio, não de catálogo.
No telemóvel de cada pessoa, em áudio mãos-livres, e no posto de trabalho: No terreno transforma cada programa em semanas de trabalho real, relatado pelas palavras de quem o fez. E com um consultor especializado ao lado, que conhece o progresso de cada pessoa e esclarece a dúvida a qualquer hora, sem sair do conteúdo.
O conhecimento que não se mantém caduca. O processo mudou: edita-se o programa e volta a publicar-se no mesmo dia, para toda a operação ao mesmo tempo.
Da cabeça de poucos para as mãos de todos: cada pessoa com o seu progresso, a sua nota, o seu certificado verificável e o seu processo individual.
Da ideia ao sucesso.
Por isso nenhum programa é publicado sem duas aprovações da sua empresa: uma aprova o sumário antes de se escrever uma linha, a outra aprova os textos antes da publicação. E, antes de tudo isso, a Kenavia diz-lhe com franqueza se o seu material chega — é a única parte do processo em que a resposta pode ser «ainda não».